Saiba os horários de funcionamento do Bom Prato nos fins de semana

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado reorganizou o funcionamento de atendimento do Bom Prato, nos fins de semana, durante o mês de outubro de 2020. Os ajustes são baseados nos estudos, feitos em cada uma das 59 unidades, pela Coordenadoria de Segurança Alimentar e Nutricional (COSAN), responsável pelo programa Bom Prato.

Alterações foram feitas após estudos realizado por profissionais da Coordenadoria de Segurança Alimentar e Nutricional

O monitoramento contínuo, durante a pandemia de COVID-19, garante a segurança alimentar da população, especialmente de pessoas em maior situação de vulnerabilidade social.

Horários de funcionamento dos restaurantes Bom Prato nos fins de semana:

Sábado – café da manhã, almoço e jantar

Capital: Brás, Campos Elíseos, 25 de Março, Santana, Santo Amaro, Lapa, Guaianases, Brasilândia, Capão Redondo e São Mateus.

Interior: Carapicuíba, Campinas, Santos I – Mercado, Bauru, Taubaté, São José dos Campos, São Bernardo do Campo, Franca, São Vicente, Quarentenário, Rio Claro, Ferraz de Vasconcelos e Suzano.

Domingo – café da manhã, almoço e jantar

Todas as unidades deixam de operar aos domingos.

Jantar

O jantar em dias úteis, das 17h30 às 19h30, continuará servido normalmente em 53 unidades, com exceção de Botucatu, Barretos, Guarujá, Guarulhos, Santos lll – Morros e Sorocaba.

Fonte: Portal do Governo de São Paulo

Coronavírus: Com todas as regiões na fase amarela, Plano SP passa a ter atualização mensal

O Governador João Doria anunciou nesta sexta-feira, 11/09/2020, a atualização do Plano São Paulo de enfrentamento ao coronavírus e retomada econômica com todas as regiões do estado na fase amarela, que permite atendimento presencial em bares, restaurantes, salões de beleza, academias, shoppings, comércios de rua, escritórios em geral e concessionárias. A reclassificação para progressões de fase passa a ser mensal, com nova revisão no dia 9 de outubro.

No estado de São Paulo como um todo, a pandemia regride de maneira sólida e, agora, todas as regiões estão na fase amarela”, afirmou o Governador. “Devido à regressão vigorosa dos indicadores no estado, entramos em uma nova fase de monitoramento da pandemia. Por questão de segurança, as requalificações do Plano São Paulo passam a ser mensais, ao invés de quinzenais”, declarou Doria.

Com a estabilidade do avanço da pandemia em todas as regiões do estado, o Centro de Contingência do Coronavírus recomendou que o monitoramento seja estendido para um período mínimo de 28 dias. O acompanhamento dos indicadores nas próximas quatro semanas vai garantir mais segurança na possível migração de regiões para a fase verde a partir do início de outubro.

Há uma semana, 95% da população paulista já estava em regiões contempladas na terceira de cinco etapas do Plano São Paulo. Franca e Ribeirão Preto estavam na fase laranja, mais restritiva, mas tiveram queda acentuada em número de mortes e internações provocadas pelo coronavírus, além de melhoria nas taxas de ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

Média estadual

Na média estadual, os números apontam que a pandemia vem regredindo de forma consistente. De acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde e do Centro de Contingência do coronavírus, São Paulo registra declínio de mortes por COVID-19 há cinco semanas consecutivas. Já as internações de pacientes com coronavírus estão em queda há oito semanas.

Na atualização desta semana, a variação de novos casos na média estadual foi 31% menor em relação à medição anterior. As novas internações caíram 10% em comparação à semana passada, e o número de óbitos foi 20% menor. A taxa estadual de internações por cem mil habitantes é de 43,7, além de média de seis mortes por coronavírus a cada cem mil habitantes.

A capacidade de atendimento hospitalar a pacientes graves com COVID-19 também é considerada confortável – a média atual de ocupação de leitos de UTI é de 52,5. Atualmente, o estado de São Paulo dispõe de 20,5 vagas hospitalares para casos graves da doença a cada cem mil habitantes.

Apesar da alteração no período de medição do Plano São Paulo, o Governo do Estado poderá decretar regressão para a fase vermelha de qualquer região, a qualquer momento, em caso de piora significativa das taxas de contaminação por coronavírus ou redução acentuada da capacidade hospitalar.

Não haverá retorno para a fase laranja, o que aumenta a responsabilidade de Prefeitos, Secretários municipais de saúde e da própria população. Afinal, a população precisa se resguardar e se proteger, obrigatoriamente usar máscara ao sair de casa, seguir o distanciamento social de 1,5 metro, lavar as mãos e usar álcool em gel”, destacou o Governador.

O que pode

A fase amarela permite o funcionamento, com restrições, do comércio de rua, shoppings centers, escritórios, bares e restaurantes, academias, salões de beleza e barbearias. Estabelecimentos de alimentação poderão funcionar até as 22h00 para consumo local somente em regiões que estejam há pelo menos 14 dias consecutivos fora das fases vermelha e laranja do Plano São Paulo.

Essa opção de atendimento continua permitida apenas em ambientes arejados ou ao ar livre, com obrigatoriedade de assentos. Não será permitido que os clientes fiquem em pé. A orientação é que os estabelecimentos atendam os clientes conforme horário agendado previamente, para evitar aglomerações.

A 13ª classificação do Plano São Paulo, com os índices atualizados de evolução da pandemia e capacidade hospitalar em cada região, está disponível em https://www.saopaulo.sp.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/14-balanco-plano-sp-11092020.pdf.

Fonte: Governo do Estado de São Paulo

Parques Centenário e Leon Feffer funcionarão das 7h00 às 15h00

A Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente informa que, a partir desta terça-feira, 25/08/2020, os Parques Centenário e Leon Feffer passarão a funcionar das 7h00 às 15h00, de segunda a sexta-feira, com uma limitação de público de 800 pessoas simultaneamente, em cada um. Os parques foram reabertos ao público no dia 20 de julho e estavam funcionando das 7h00 às 13h00.

Parque Centenário (foto) e Leon Feffer passam a funcionar das 7h00 às 15h00 a partir desta terça-feira, mas churrasqueiras e ATIs seguuirão sem ser utilizadas, para evitar aglomeração

As medidas de segurança seguem em vigor, como contagem de público, placas de orientação e pontos com frascos de álcool gel. Os pontos com maior concentração de pessoas terão higienização reforçada e a recomendação é de levar água de casa. Os brinquedos, ATIs e churrasqueiras continuarão sem ser utilizados, para evitar aglomeração.

Já o Parque Municipal Chiquinho Veríssimo e o Núcleo Ambiental da Ilha Marabá continuarão recebendo visitas monitoradas, mediante agendamento pelo telefone 4798-5959 (que pode ser usado como Whatsapp), também com limites de grupos – 15 pessoas na Ilha Marabá e 30 no Chiquinho Veríssimo.

Fonte: Prefeitura de Mogi das Cruzes

Coronavírus: Hospital de Campanha será desativado no final de agosto

O Hospital de Campanha será desativado no próximo dia 31 de agosto. A decisão foi tomada pelo Comitê Gestor do Coronavírus de Mogi das Cruzes com base na queda do número de óbitos e internações por Covid-19 registrada nas últimas semanas e em toda a estrutura já montada para garantir os atendimentos necessários.

A partir desta sexta-feira, 21/08/2020, a unidade deixa de receber novos pacientes, cuidando apenas dos que já estão em tratamento no local. Os pacientes que precisarem de internação – enfermaria ou UTI – continuam contando com o Hospital Municipal de Mogi das Cruzes, em Braz Cubas, onde desde março está instalado o Centro de Referência do Coronavírus.

O Hospital de Campanha foi instalado na avenida Cívica, no Mogilar, e entrou em operação no dia 24 de maio. Até o dia 20 de agosto, registrou 494 admissões de pacientes, dos quais 432 tiveram alta, 41 foram transferidos e 21 permaneciam internados.

Hospital de Campanha está em funcionamento desde o dia 24 de maio como retaguarda para todos os hospitais da cidade no tratamento contra o coronavírus. Foto: Ney Sarmento/PMMC

Embora tenha sido projetado com capacidade para 200 leitos, o Hospital de Campanha nunca teve mais de 50 leitos ocupados simultaneamente. “Nós fizemos o planejamento em quatro partes de 50 e assim os contratos foram feitos também, como está no Portal de Transparência, para que os custos fossem proporcionais. O que passasse de 50 seria por acréscimo de 15 leitos, mas em nenhum momento nós precisamos passar”, explicou o secretário municipal de Saúde, Henrique Naufel.

Entre os motivos citados pelo secretário para o fechamento do Campanha está a redução no número de casos confirmados e óbitos provocados pela Covid-19. Desde o final de maio, a média móvel de óbitos tem registrado uma queda consistente. “Acende um sinal de alerta quando passamos de cinco [por dia]. Três vezes nós passamos. Mas, desde a semana 28, e a gente está na 34, que a gente está na descendente. São seis, indo para sete semanas, com queda no número de óbitos”, explicou.

Em uma reunião de trabalho aberta à imprensa, o secretário explicou ainda que, caso o Hospital de Campanha fosse fechado nesta sexta-feira (21), a média de ocupação de leitos públicos de enfermaria da cidade seria de 72% e de UTI de 61%, mantendo o município nas mesmas condições exigidas para a manutenção da fase atual.

Historicamente, os leitos UTI Covid não têm se alterado, com média de ocupação em torno de 60%”, informou. O Hospital Municipal conta com 79 leitos, dos quais 54 estão equipados para terapia intensiva e 25 para enfermaria. Se houver a necessidade de um alargamento, os leitos são móveis. Tanto no Hospital Municipal quanto no Hospital Luzia de Pinho Melo, a gente consegue confortavelmente ajustar conforme a demanda, mantendo esses pacientes muito bem instalados e bem cuidados”, completou.

Fonte: Prefeitura de Mogi das Cruzes