Alunos do Ensino Médio da rede estadual já podem acessar material de estudos para o Enem

Alunos do Ensino Médio da rede estadual ganharam mais uma forma de preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Agora, além das aulas preparatórias no Centro de Mídias da Educação de São Paulo (CMSP), os estudantes têm acesso a todo o material pedagógico utilizado nas aulas.

Conteúdos foram disponibilizados na Secretaria Escolar Digital e são apoio para aulas que ocorrem pelo Centro de Mídias SP. Foto: A2 Fotografia/José Luis da Conceição

O conteúdo está disponível na Secretaria Escolar Digital (SED) e contém apresentações, exercícios, gabaritos e propostas de temas para redação. Todos os sábados, a partir das 8h30, os estudantes podem acompanhar aulas dedicadas a preparação dos estudantes para Enem pelo aplicativo do CMSP ou pela TV Educação.

Nas transmissões, são abordadas competências solicitadas no exame: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias, Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias e Redação.

Fonte: Portal do Governo de São Paulo

Coronavírus: Governo anuncia subdivisões da Grande SP em plano de retomada da economia

O Governador João Doria anunciou nesta sexta-feira, 29/05/2020, que a Região Metropolitana da capital será dividida em cinco regiões no âmbito do Plano São Paulo, que prevê a retomada consciente e controlada das atividades econômicas no estado a partir de 1º de junho.

A subdivisão permite a classificação individualizada das regiões, de acordo com características demográficas e critérios técnicos de saúde, como a capacidade hospitalar para atendimento COVID-19 e a taxa de avanço de casos e mortes provocadas pelo coronavírus.

O Governador do Estado de São Paulo durante coletiva de imprensa sobre coronavírus. Foto: Governo do Estado de São Paulo

A Grande São Paulo será dividida em cinco regiões de saúde no Plano São Paulo. Por abrigar mais de 22 milhões de habitantes, contar com uma organização de saúde com distribuição de leitos e internação hospitalar própria. Devido ao tamanho e complexidade, além da capacidade e disposição dos prefeitos, cada uma destas cinco regiões será avaliada individualmente”, informou Governador João Doria.

A decisão foi tomada em comum acordo com os prefeitos dos 38 municípios. As análises regionalizadas serão realizadas semanalmente e indicarão reclassificação da atual fase vermelha, de nível máximo de restrição, para as que permitem abertura controlada de atividades não essenciais.

Com essa divisão, será possível ter uma análise ainda mais precisa de critérios técnicos de saúde para classificação apropriada de fases de retomada consciente na Região Metropolitana”, acrescentou Doria.

Diálogo

O Secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, informou que participa de reuniões para dialogar com os prefeitos, mas ainda não há previsão de migração dos municípios da Grande São Paulo para novas fases do plano.

Dialogamos com cada um dos prefeitos, explicando a necessidade do aumento da capacidade hospitalar dessas regiões. É esse o índice que a Região Metropolitana deve melhorar para avançar para a próxima fase. Fica muito claro que o trabalho em conjunto de aumento de leitos é fundamental para que a gente possa, com segurança, fazer essa retomada consciente”, destacou Vinholi.

Como fica

As cidades da Região Metropolitana ficam divididas nas seguintes regiões:

  • Norte – Caieiras, Cajamar, Francisco Morato, Franco da Rocha e Mairiporã;
  • Sudeste/ABC – Diadema, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul;
  • Leste/Alto Tietê – Arujá, Biritiba-Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano;
  • Sudoeste – Cotia, Embu, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Juquitiba, São Lourenço da Serra, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista;
  • Oeste – Barueri, Carapicuíba, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus e Santana de Parnaíba.

A divisão foi feita com base na lei complementar nº 1.139, de junho de 2011, que prevê as redes regionais de Assistência à Saúde na Região Metropolitana, com a especificação das sub-regiões.

Fonte: Portal do Governo de São Paulo

Coronavírus: Governo do Estado apresenta nova fase do Plano São Paulo

O Governador João Doria apresentou nesta quarta-feira, 27/05/2020, o Plano São Paulo para reabertura de setores da economia durante a quarentena de enfrentamento ao coronavírus. A partir de 1º de junho, índices de ocupação hospitalar e de evolução de casos em 17 regiões do estado vão definir cinco níveis restritivos de retomada produtiva segundo critérios médicos e epidemiológicos para que o sistema de saúde continue em pleno funcionamento.

Até o dia 31 de maio, a quarentena em São Paulo vai salvar 65 mil vidas. Abrimos sete hospitais de campanha, aumentamos em 60% o número de leitos em hospitais públicos, já temos 600 novos respiradores em operação”, afirmou o Governador. “A fase denominada retomada consciente seguirá a orientação da ciência, com dados técnicos para permitir a gradual e segura retomada”, acrescentou Doria.

O plano foi elaborado por autoridades estaduais em sintonia com especialistas do Centro de Contingência do coronavírus e do Comitê Econômico Extraordinário que atuam voluntariamente em apoio ao Estado. Os eixos principais das cinco fases de reabertura também foram discutidos com prefeitos e representantes de diversas associações comerciais e empresariais.

As normas do Estado autorizam prefeitos de cidades a conduzir e fiscalizar a flexibilização de setores segundo as características dos cenários locais. Os pré-requisitos para a retomada são adesão aos protocolos estaduais de testagem e apresentação de fundamentação científica para liberação das atividades autorizadas no Plano São Paulo.

As cinco fases do programa vão do nível máximo de restrição de atividades não essenciais (vermelho) a etapas identificadas como controle (laranja), flexibilização (amarelo), abertura parcial (verde) e normal controlado (azul). O objetivo da classificação é assegurar atendimento de saúde à população e garantir que a disseminação do coronavírus em níveis seguros para modular as ações de isolamento.

A escala será aplicada a 17 regiões distintas do território paulista, de acordo com a abrangência dos DRSs (Departamentos Regionais de Saúde), que são subordinados à Secretaria de Estado da Saúde. São os DRSs que determinam a capacidade de atendimento, transferências de pacientes e remanejamento de vagas de enfermaria e UTIs nos municípios.

As fases são determinadas pelo acompanhamento semanal da média da taxa de ocupação de leitos de UTI exclusivas para pacientes contaminados pelo coronavírus e o número de novas internações no mesmo período. Uma região só poderá passar a uma reclassificação de etapa – com restrição menor ou maior – após 14 dias do faseamento inicial, mantendo os indicadores de saúde estáveis.

Em todos os 645 municípios, a indústria e a construção civil seguem funcionando normalmente. A interdição total de espaços públicos, teatros, cinemas e eventos que geram aglomerações – festas, shows, campeonatos etc – permanece por tempo indeterminado. A retomada de aulas presenciais no setor de educação e o retorno da capacidade total das frotas de transportes seguem sem previsão.

Nenhuma das 17 regiões está na zona azul, que prevê a liberação de todas as atividades econômicas segundo protocolos sanitários definidos no Plano São Paulo (saopaulo.sp.gov.br/coronavirus/planosp). A zona verde, segunda mais ampla na escala, também não foi alcançada até o momento e permanece como meta de curto prazo para cada região.

Com exceção da capital, todos os municípios da Grande São Paulo e também da Baixada Santista e de Registro permanecem na fase vermelha e não terão nenhum tipo de mudança na quarentena em vigor desde o dia 24 de março. Nas três regiões, o sistema de saúde está pressionado por altas taxas de ocupação de UTI e avanço de casos confirmados de pacientes com coronavírus.

Panorama atual do Estado

Nas demais fases, haverá flexibilização parcial em diferentes escalas de capacidade e horário de atendimento. A etapa laranja, que abrange a capital e outras dez regiões no interior e litoral norte, prevê retomada com restrições a comércio de rua, shoppings, escritórios, concessionárias e atividades imobiliárias. Os demais serviços não essenciais continuam fechados.

Na fase amarela, haverá reabertura total de serviços imobiliários, escritórios e concessionárias segundo protocolos sanitários. Comércio de rua, shoppings e salões de beleza, além de bares, restaurantes e similares poderão funcionar com restrições de horário e fluxo de clientes.

As regiões que chegarem à fase verde poderão atenuar as restrições ao funcionamento de todos os setores da fase amarela. Academias de ginástica e centros de prática esportiva também voltarão a receber frequentadores, desde que respeitados limites de redução de atendimento e as regras sanitárias definidas para o setor.

Isolamento

O distanciamento social ainda é a principal recomendação para conter a disseminação do coronavírus. Mesmo com a reabertura em São Paulo, há exigência do isolamento social das pessoas de grupos de risco, como maiores de 55 anos, portadores de doenças cardíacas e/ou crônicas e pacientes imunodeprimidos ou em tratamento oncológico.

De acordo com Dimas Covas, que coordena o Centro de Contingência do coronavírus e dirige o Instituto Butantan, a população ainda precisa encarar o isolamento como meta para permitir que os serviços de saúde continuem com capacidade para atender os pacientes com COVID-19 em enfermarias e UTIs.

Sem medidas de isolamento, nós chegaríamos a algo em torno de 1 milhão de casos no estado de São Paulo. Nós estamos com 84 mil neste momento. Isto mostra quão efetivas foram as medidas de isolamento”, afirmou Dimas Covas. “Com as medidas, foi possível até o momento poupar 65 mil vidas”, concluiu.

Fonte: Portal do Governo de São Paulo

Coronavírus: Governo de SP vai contratar 4.500 leitos da rede privada

O Governador João Doria anunciou, durante a coletiva desta quarta-feira, 20/05/2020, que o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Saúde, vai contratar 4.500 leitos totais da rede privada de saúde, sendo 1.500 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para atendimento exclusivo de pacientes com casos suspeitos ou confirmados.

Com essa medida, São Paulo praticamente dobra o numero de leitos disponíveis para o atendimento aos pacientes com coronavírus”, comentou o Governador João Doria. “Em vinte dias, todos os leitos deverão estar implantados e operacionalizados. Até no máximo, 11 de junho”, garantiu o Governador sobre a medida recomendada pelo Centro de Contingência do Coronavírus do Estado de São Paulo, dada a incidência do número de pessoas infectadas.

O Estado de São Paulo tinha 3.500 leitos de UTI no SUS. Depois do surgimento da pandemia do coronavírus, são 1.624 novos leitos habilitados.

Esses 1.500 novos leitos de UTI incorporados contará com investimento de R$ 432 milhões para os leitos e outros R$ 162 milhões para os clínicos, totalizando R$ 594 milhões. Os detalhes do chamamento público para a contratação dos leitos na rede particular foi publicado no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira, 20, e atenderá todas as regiões do estado.

A Secretaria irá pagar uma diária de R$ 1.600 por dia nos leitos de UTI, com previsão de um total de 270 mil diárias. Já para as vagas clínicas, a remuneração será de R$ 1.500 por cinco dias ou mais, com previsão de 108 mil diárias.

Estamos diante de um preocupante cenário de escalada da pandemia, com risco de estrangulamento do sistema. Por isso, o Centro de Contingência recomendou, a partir de estudos técnicos, a contratação de leitos em parceria com a iniciativa privada, o que nos dará condições de acolhermos os doentes de coronavírus, seja os que precisam de UTI ou leito hospitalar clínico”, afirma José Henrique Germann, secretário de Estado da Saúde de São Paulo e um dos 16 especialistas em saúde que compõem o Centro de Contingência do Coronavírus.

Fonte: Portal do Governo de São Paulo

Saúde otimiza atendimento na Farmácia de Medicamentos Especializados de Mogi

A Secretaria de Estado da Saúde definiu medidas para otimizar a gestão e o atendimento que começaram na segunda-feira, 04/05/2020, na Farmácia de Medicamentos Especializados de Mogi das Cruzes, garantindo mais conforto e agilidade na retirada de remédios chamados popularmente de “alto custo”.

A unidade estadual atende 16 mil pacientes do Alto Tietê e, a partir desta semana, conta com o “Remédio Agora”, um aplicativo criado pelo Governo do Estado que permite aos pacientes agendar a data e a hora para retirar seus medicamentos nas farmácias estaduais. Com essa tecnologia, o tempo de permanência no local é de 15 minutos, em média, o que garante conforto ao cidadão e evita aglomerações, contribuindo para a prevenção ao novo coronavírus, causador da doença COVID-19.

Mogi das Cruzes é a primeira cidade do Alto Tietê ter o sistema, que até então só estava disponível nas farmácias estaduais localizadas na cidade de São Paulo, onde ocorreu o piloto. O espaço passou por readequações internas, de forma a melhorar os fluxos para pacientes e colaboradores.

A gestão ficará sob responsabilidade da Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), que já possui experiência à frente de outras farmácias estaduais localizadas na capital e em Campinas, entre outros serviços de saúde.

Trata-se de uma mudança de processo que passa pela comunicação e engajamento do paciente, com vantagens tanto para o cidadão quanto para as equipes das farmácias e a gestão, otimizando a assistência e a saúde pública, de modo geral”, pontua o secretário de Estado da Saúde, José Henrique Germann.

Como usar

O aplicativo permite aos pacientes agendar a data e a hora para retirar seus medicamentos nas farmácias estaduais. Foi iniciado como piloto na farmácia instalada no AME (Ambulatório Médico de Especialidades) Maria Zélia, na capital, em agosto de 2019, para posterior expansão em São Paulo.

Com ele, o usuário da Farmácia de Medicamentos Especializados pode programar melhor sua rotina de ida à unidade. Com poucos cliques, o paciente seleciona o(s) remédio(s) que utiliza e a data e horário viável para retirá-lo(s). Ao chegar à farmácia, basta clicar no botão digital “Cheguei”, no próprio app, para confirmar a presença.

O “Remédio Agora” permite acesso a uma farmácia por paciente, com a qual ele tem vínculo. Pais ou responsáveis por pacientes também poderão utilizá-lo, desde que tenham autorização formal para representá-los.

O sistema possibilita ainda o agendamento da renovação do pedido para obtenção do remédio. Assim, o usuário pode cadastrar a data de retorno à farmácia para apresentar documentos pessoais e receita atualizada, para renovar a solicitação.

Outro avanço: não é preciso se deslocar até à farmácia para saber se o remédio está disponível. Caso haja indisponibilidade momentânea, o paciente será informado por meio de notificação em até 48 horas antes da data agendada, e poderá reagendar outra ocasião.

Parceria

O aplicativo foi desenvolvido em parceria com a Duosystem, empresa especializada em inteligência e inovação e saúde, oferecendo soluções de gestão, acesso e regulação para clientes públicos ou privados, tendo como foco principal o paciente.

Para a Duosystem, é um imenso prazer contribuir com soluções de tecnologia inovadoras para o fortalecimento da saúde pública em São Paulo. O app rompe barreiras físicas e proporciona maior cuidado e proximidade com o paciente em apenas um ‘toque’”, declara o presidente da empresa, João Paulo Campi.

O aplicativo está disponível na Play Store para instalação em smartphones com sistema Android, e na App Store, para quem utiliza iOS. É necessário ter acesso à internet para utilizá-lo.

Depois de instalar o aplicativo, o usuário deve fazer seu cadastro com dados pessoais, como número do cartão SUS, data nascimento e e-mail (não é obrigatório). É preciso que o paciente já tenha feito uma primeira retirada na farmácia, pois o cadastro também requer o código do Recibo de Dispensação do Medicamento (número localizado no canto inferior direito do documento entregue na unidade). O cidadão deverá criar uma senha, que é sigilosa e deverá ser guardada para futuros acessos.

O aplicativo arquiva a data do último comparecimento. O agendamento via app deve ser feito em data no intervalo de 30 dias para retorno, com uma margem de até três dias antes e três dias depois, para que o paciente possa manter a regularidade de seu tratamento.

Fonte: Portal do Governo de São Paulo