Mercado Municipal terá horário especial no mês de dezembro

A partir desta quarta-feira, 01/12/2021, o Mercado Municipal de Mogi das Cruzes terá horários diferenciados para atender os consumidores no período de festas do final do ano. De segunda a sexta-feira, funcionará das 7h00 às 18h00; aos sábados, das 7h00 às 16h00; e aos domingos, das 7h00 às 12h00.

O Mercadão é um espaço tradicional de compras na cidade e conta atualmente com 108 boxes e 75 comércios de diversos segmentos. A unidade recebe diariamente cerca de 3 mil visitantes, público que deve ser ampliado nesta época do ano.

Horário especial terá início nesta quarta-feira, 01/12

O Mercadão é alvo de constantes investimentos e melhorias. Estão em andamento as obras de revitalização que incluem reforma do telhado, troca do piso, com novo revestimento em uretano, tecnologia superior ao atual, reformulação dos banheiros e construção de um balcão gourmet customizado para atender a demanda dos permissionários e frequentadores do piso superior. Outras melhorias são readequação nas instalações elétricas e readequação arquitetônica das coberturas dos boxes.

Horários de funcionamento do Mercado Municipal em dezembro

  • Segunda a sexta: das 7h00 às 18h00
  • Sábado: das 7h00 às 16h00
  • Domingo: das 7h00 às 12h00

Fonte: Prefeitura de Mogi das Cruzes

IPTU 2021 será corrigido pela inflação

A prefeitura de Mogi das Cruzes publicou, na última sexta-feira, 01/01/2021, o primeiro decreto da atual gestão 21/24, sob nº 19.812/2021, que estabelece o não aumento real no presente exercício fiscal nos valores unitários de metro quadrado de terrenos e construções, utilizados para base de cálculo do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Vale salientar que a Prefeitura de São Paulo congelou o aumento do IPTU em 2021, e os boletos que chegarão aos imóveis paulistanos esse ano deverão vir com o mesmo valor do carnê do ano passado.

A Prefeitura de Mogi não seguirá o exemplo da cidade de São Paulo, que congelou o IPTU para 2021

Em respeito à legislação tributária em vigor e ao artigo 12 da Lei Complementar nº 04/2001, a prefeitura determina para o exercício 2021 a atualização dos valores em 3,92%, percentual que se refere exclusivamente à recomposição inflacionária anual e à aplicação mínima do indexador municipal.

Fonte: Prefeitura de Mogi das Cruzes

Coronavírus: Pronto Atendimento Infantil do Hospital Municipal será fechado temporariamente

O Comitê Gestor do Coronavírus em Mogi das Cruzes, formado por diretores técnicos de hospitais públicos e privados da cidade, decidiram pelo fechamento temporário do Pronto Atendimento Infantil 24 horas do Hospital Municipal de Mogi das Cruzes, em Braz Cubas. A partir de segunda-feira, 20/04/2020, todo atendimento pediátrico de urgência e emergência ficará concentrado no Pró-Criança, nas UPAs – Unidades de Pronto Atendimento do Oropó e Rodeio ou nos Pronto Atendimentos 24 horas do Jardim Universo e Jundiapeba.

Além de concentrar atendimento exclusivo aos pacientes suspeitos de coronavírus, o fechamento é uma medida necessária para garantir segurança às crianças com outras doenças e seus familiares. Desde a segunda quinzena de março, o Hospital Municipal funciona como Centro de Referência para Coronavírus, com entrada independente pelo Bloco B, que fica na rua Capitão Francisco de Almeida, nº 466.

Embora os fluxos tenham sido elaborados estrategicamente para evitar contato entre equipes e pacientes dos serviços distintos, todo esforço da Secretaria Municipal de Saúde está concentrado em centralizar os atendimentos do novo coronavírus no Hospital Municipal e no Hospital de Campanha, que deverá entrar em operação no final deste mês.

Pró-Criança será alternativa de atendimento ao público infantil a partir da próxima segunda-feira, dia 20

Desde o início da pandemia, a unidade hospitalar de Braz Cubas está sendo totalmente estruturada para atender os casos mais graves, com instalação de respiradores mecânicos e outros equipamentos para tratamento de terapia intensiva, enquanto o Hospital de Campanha está sendo preparado para garantir retaguarda para pacientes leves, como os que tiverem alta da UTI, mas ainda precisam de acompanhamento médico.

As mudanças estão totalmente pautadas na realidade atual. Tanto o Pronto Atendimento Infantil do Hospital como o Pró-Criança registraram quedas significativas no movimento, o que nos permitiu tomar essa decisão”, explica o secretário municipal de Saúde, Henrique Naufel, que elaborou o estudo em conjunto com outros membros do Comitê Gestor do Coronavírus: Eder Donizetti Peres de Oliveira, diretor técnico do Hospital Ipiranga; José Alferio Di Giaimo, diretor técnico do Hospital Santana; Luiz Carlos Viana Barbosa, diretor técnico do Hospital Luzia de Pinho Melo; Michel Fukusato, diretor técnico do Hospital Mogi Mater; Ricardo Bastos, diretor técnico da Santa Casa; e Sidnei Shoji Mori, diretor técnico do Hospital Municipal de Mogi das Cruzes.

O grupo decidiu, ainda, que o suporte para eventuais internações pediátricas será garantido pelo Hospital Luzia de Pinho Melo, que possui ala especializada e é o único equipamento público regional com disponibilidade de leitos de UTI pediátrica, sendo referência para o Alto Tietê. No Hospital Municipal, o Pronto Atendimento Infantil 24 horas teve uma redução de 77% desde o início da pandemia e o Pró-Criança, uma queda de 82%, no mesmo período.

Fonte: Prefeitura de Mogi das Cruzes

Coronavírus: Governo de SP prorroga quarentena até 22 de abril

O Governador João Doria decidiu prorrogar por mais 15 dias a quarentena em todos os 645 municípios de São Paulo, até o dia 22 de abril. A decisão foi tomada após reunião com 15 médicos do Centro de Contingência do coronavírus, que apontaram que o contágio já chegou a cem cidades paulistas e mais de 400 hospitais públicos e privados. Projeções apontam que prolongar o distanciamento social pode evitar mais de 160 mil mortes em todo o Estado.

A prorrogação da quarentena será feita por mais 15 dias, do dia 8 até o dia 22 de abril, em todo o estado e pelas razões que foram largamente expostas por cientistas, médicos e especialistas. Prefeitas e prefeitos terão o dever e a obrigação de seguir a orientação do Governo do Estado. Isto é constitucional, não é uma deliberação que pode ou não ser seguida”, afirmou o Governador.

Nenhuma aglomeração de nenhuma espécie em nenhuma cidade de São Paulo será admitida. As Guardas Municipais ou Metropolitanas deverão agir e, se necessário, recorrer à Polícia Militar para que imediatamente possa haver a dissipação de qualquer movimento ou aglomeração de pessoas. Esta é uma deliberação que deverá ser rigorosamente seguida pela população do estado de São Paulo na defesa de suas vidas e de seus familiares”, acrescentou Doria.

Medida pode evitar mais de 160 mil mortes; novo coronavírus chega a 100 cidades e 400 hospitais paulistas

O número de mortes pela COVID-19 entre 17 de março e 5 de abril já é quase igual ao total de óbitos por gripe registrado ao longo de todo o ano passado. As internações de pacientes com a confirmação da doença em leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) cresceram 1.500% desde 20 de março, passando de 33 para 524, no último dia 3. As mortes subiram 180% em uma semana.

Para tentar conter o avanço dos casos, que já está lotando hospitais – somente no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, são 220 pacientes suspeitos ou confirmados, dos quais 110 internados em UTI –, o Governo do Estado determinou a prorrogação da quarentena por mais 15 dias. A recomendação é que as pessoas fiquem em casa. Os serviços considerados essenciais continuam em funcionamento, como nos primeiros 15 dias da quarentena.

A decisão segue orientação da OMS (Organização Mundial da Saúde), da Opas (Organização Pan-americana de Saúde), do Ministério da Saúde e do Centro de Contingência do coronavírus de São Paulo, formado por epidemiologistas, cientistas, pesquisadores, infectologistas e virologistas sob a coordenação do médico David Uip.

Conforme projeção do Instituto Butantan, centro de pesquisas biomédicas vinculado à Secretaria de Estado da Saúde, a prorrogação da quarentena pode evitar 166 mil óbitos em São Paulo, além de 630 mil hospitalizações e 168 mil internações em UTIs.

A extensão da quarentena também é importante para que o Estado organize a rede pública de saúde ao número crescente de doentes. Já foram ativados 1.524 novos leitos de UTI em hospitais estaduais, municipais e filantrópicos. Além disso, o Governo de São Paulo prepara a implantação de um hospital de campanha no Complexo Esportivo Ibirapuera, na capital.

Casos e mortes

O número de casos de coronavírus no Estado desde 26 de fevereiro chega a 4.620. Ao todo, mais de 400 hospitais, entre públicos e privados, notificaram casos suspeitos de coronavírus. O total de mortes por COVID-19 (275 em 20 dias) já está próximo das 297 vítimas fatais por gripe registradas em 2019.

Os dados também apontam que o coronavírus mata dez vezes mais do que todos os tipos de meningite. Até o momento são 13,7 mortes diárias, em média, por COVID-19, contra 1,3 morte/dia por meningite no Estado em 2018, conforme informações consolidadas pela Vigilância Epidemiológica do Estado.

Entre as vítimas fatais da COVID-19, 85,8% tinham 60 anos ou mais. Desses, 92,1% tinham algum tipo de comorbidade. Do total de mortos pela doença, de todas as faixas etárias e que tinham alguma comorbidade, 69,1% eram cardiopatas; 47,1% tinham diabetes; 16,1% apresentavam pneumonia; 12,6% tinham algum tipo de doença neurológica; 7,6% possuíam imunodeficiência; 3,1% eram asmáticos; e 2,2% apresentavam doença hematológica. Os boletins são divulgados diariamente no site do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado (cve.saude.sp.gov.br).

Cenários

O cenário epidemiológico de São Paulo em relação ao coronavírus é, no momento, melhor que em relação a outros países. O Governo do Estado decretou quarentena apenas 26 dias após o primeiro caso, quando havia 810 infectados e 22 mortes. Com isso, a curva de casos apresentou tendência de achatamento.

Na Itália, por exemplo, a quarentena foi decretada 49 dias do primeiro caso, já com 47.021 casos e 4.032 mortes, e mesmo assim a curva de contágio continuou crescente. O mesmo ocorreu na Espanha, onde a quarentena começou 45 dias depois do primeiro caso, quando havia 11.826 casos e 533 mortes.

Em São Paulo, o distanciamento social está ajudando a mitigar a transmissão de casos. As pessoas estão tendo menos contato entre si e, com isso, a taxa de contágio por COVID-19 caiu. Segundo estudo do Instituto Butantan em parceria com o Centro de Contingência, de acordo com os dados epidemiológicos disponíveis, antes das medidas de restrição a velocidade de transmissão do vírus era de uma para seis pessoas. Em 20 de março esse número caiu para uma para três. No dia 25, já era de uma para menos de duas. Mas somente quando a taxa for menor do que um para um poderá se dizer que a epidemia foi controlada.

A redução do contágio permitiu retardar o pico de internações nos hospitais da cidade de São Paulo, que ocorreria já na primeira semana de abril se nada tivesse sido feito. Conforme projeções do Instituto Butantan em parceria com a UnB (Universidade de Brasília), haveria mais doentes por coronavírus do que leitos necessários no SUS de São Paulo, e seria preciso acrescentar 20 mil novas vagas, das quais 6,5 mil de UTI. O sistema, portanto, iria colapsar.

Ainda conforme as informações do estudo, com 66% dos paulistanos em suas casas após 23 de março, houve expressiva redução de pacientes com quadros pulmonares internados em hospitais. Mas o isolamento diminuiu nos últimos dias. Em 2 de abril, era de 52,4% na cidade de São Paulo e de 51,8% no Estado.

Esses resultados positivos reforçam a importância das medidas de afastamento social adotadas. A evolução da epidemia indica claramente que as medidas tem que ser mantidas, e a adesão da sociedade, reforçada. O Centro de Contingência avalia diariamente o impacto das medidas na mobilidade das pessoas, e a constatação é que ainda existe espaço para melhoria. Neste momento crítico da epidemia, a única medida efetiva ao nosso dispor é o distanciamento social”, afirma o médico David Uip.

Fonte: Portal do Governo de São Paulo

Coronavírus: Cadastro para pessoas impactadas pela quarentena deve ser feito pelo aplicativo eOuve

O cadastramento das pessoas que tiveram suas atividades profissionais suspensas pela quarentena para o combate ao novo coronavírus e que podem receber auxílio municipal deve ser feito prioritariamente pelo aplicativo eOuve, da Ouvidoria Municipal. A medida foi adotada para permitir um melhor atendimento ao grande número de interessados no benefício, que faz parte das ações do Comitê de Ação Social e Econômica (CASE), criado pela Prefeitura de Mogi das Cruzes.

O aplicativo pode ser baixado para os sistemas Android e iOS ou pode ser acessado pelo site mogidascruzes.eouve.com.br/. O interessado deve acessar o assunto Cadastro-Autônomo, informando seus dados: CNPJ, quantas pessoas moram na mesma casa, onde trabalhava, estado civil, filhos e se é beneficiário de programa do Governo.

O auxílio será feito por meio da disponibilização de kits de alimentos ou cestas básicas para as famílias. É importante lembrar que o cadastro do CASE é diferente do procedimento para o recebimento do auxílio emergencial de R$ 600,00 do Governo Federal, que foi aprovado pelo Congresso Nacional. Este procedimento ainda está sendo definido pelos órgãos federais.

O cadastro dos profissionais que tiveram atividades paralisadas pela quarentena para o combate ao coronavírus deve ser feito pelo sistema eOuve. Foto: Leandro Nigre/PMMC

No caso do cadastro do CASE, que começou nesta segunda-feira, 30/03/2020, será feita uma triagem pelos membros do comitê para identificar as pessoas que necessitam de auxílio emergencial durante este período. As pessoas receberão kits de alimentação ou cestas básicas que foram doadas para a Prefeitura.

Somente no primeiro dia, mais de 4.000 pessoas já haviam se cadastrado para receber o auxílio. Este número é 20 vezes maior que a média de atendimentos de Ouvidoria Municipal em dias de maior movimentação. Com a alta demanda, houve congestionamento nas linhas telefônicas e no sistema de WhatsApp, dificultando o atendimento dos interessados. Assim, foi definido o cadastro prioritariamente pelo sistema eOuve.

Entre os profissionais que poderão ser beneficiados estão pequenos e microcomerciantes e profissionais autônomos, como pedreiros, eletricistas, vendedores, cabeleireiros e manicures, trabalhadores que utilizam plataformas de aplicativo e outras atividades que tiveram seus ganhos impactados com a paralisação necessária pela quarentena.

Fonte: Prefeitura de Mogi das Cruzes