⚡️Curtas (24/02/2016)

O Menino e o Mundo

Nesta quinta-feira, 25/02, e nas duas próximas – dias 03 e 10 de março, o público mogiano terá a oportunidade de assistir gratuitamente à produção “O Menino e o Mundo”, que já entrou para a história do cinema brasileiro como a primeira do país a receber uma indicação ao Oscar – o filme está indicado como melhor animação para edição deste ano. A exibição gratuita do longa dirigido por Alê Abreu integra a agenda 2016 do projeto Pontos MIS, que é uma parceria da Secretaria Municipal de Cultura com o Governo do Estado, por meio do Museu da Imagem e do Som.

O Menino e o Mundo

A exibição acontece na Sala Multiuso “Wilma Ramos”, que está no primeiro andar do Centro Cultural de Mogi das Cruzes, às 16h00. A classificação é livre.

O Centro Cultural de Mogi das Cruzes fica na Praça Monsenhor Roque Pinto de Barros, n° 360, no Centro. Mais informações pelo telefone 4798-6900.

Tocha Olímpica

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 divulgou nesta quarta-feira, 24/02, o roteiro oficial do revezamento da tocha no Brasil. Com início em 3 de maio, em Brasília, o percurso terá 95 dias de duração e passará por 329 cidades, incluindo todas as capitais estaduais, em caminho traçado por mais de 20 mil quilômetros (além de 10 mil milhas aéreas) e envolvendo cerca de 12 mil condutores.

Rio 2016

O revezamento da tocha tem sua origem entre os gregos, que mandavam mensageiros pelas cidades-Estado anunciando um período de trégua para possibilitar a viagem de atletas e público até as competições Olímpicas. Daí o simbolismo de paz e integração dos povos levado pela tocha.

No Brasil, além de divulgar os vários aspectos da cultura das cinco regiões do país, a passagem da tocha ‘aquece’ a população para os Jogos Olímpicos Rio 2016 (de 5 a 21 de agosto). Dentre os critérios de escolha das cidades para o traçado do percurso estão a logística e também pontos turísticos. O Alto Tietê receberá a tocha no dia 26/07, primeiramente em Suzano, e depois em Mogi das Cruzes, seguindo então ao Vale do Paraíba.

CEV dos cemitérios

Em sessão ordinária na tarde desta terça-feira, 23/02, a Câmara Municipal de Mogi das Cruzes aprovou a entrada para deliberação de projeto de lei para criação de uma Comissão Especial de Vereadores (CEV) que discutirá soluções para a situação dos cemitérios da cidade, na iminência de atingirem a capacidade máxima de sepultamentos. De autoria do vereador Taubaté Guimarães, o projeto de resolução ainda tramitará pelas comissões permanentes e ainda não há prazo para que seja encaminhado à votação em plenário.

Se aprovada, a CEV, conforme determina o regimento interno da Casa de Leis, terá cinco membros e 180 dias para ser concluída. Foto: CMMC

No cemitério São Salvador, sabidamente, não há mais como construir novas sepulturas. Restam gavetas e nichos decorrentes de poucas exumações. No cemitério da Saudade a situação não é muito diferente. Entre as sepulturas perpétuas e provisórias, restam poucos lugares para sepultamento”, afirma o vereador, justificando a importância da criação do grupo de trabalho.

Mogi arrecada menos que o previsto em 2015

O secretário Municipal de Finanças, Robson Senziali, anunciou em audiência de prestação de contas na manhã desta quarta-feira, 24/02, na Câmara Municipal, que a arrecadação de Mogi das Cruzes atingiu apenas 79,01% daquilo que era previsto: R$ 951.158.440,65 foram efetivamente angariados, sendo que a estimativa era receita de R$1.203.821.397,09.

A prestação de contas mostra que Mogi vinha crescendo em ritmo alto, em média de 10% a 12% por ano. Era um ritmo bom de crescimento e desenvolvimento. Essa tendência estabilizou. Quase todas as fontes de receita não atingiram a expectativa: IPTU, ISS, IPVA. É preocupante, acendeu a luz amarela de alerta. Vai ser preciso ter ainda mais cuidado e responsabilidade”, disse o vereador Mauro Araújo.

Mais uma vez o secretário atribuiu o mau desempenho à conjectura econômica nacional, que atravessa processo de retração. “O principal fator são as transferências que estavam previstas e não foram concluídas. A obra do corredor da Avenida Guilherme George, por exemplo, deveria receber recursos do Governo Federal no orçamento de 2015. Houve algumas outras obras também. O grande peso [para o não cumprimento da meta] foi com as despesas de capital. Por isso houve essa defasagem e o montante ficou abaixo da expectativa. O município não tem muita capacidade para grandes investimentos e precisa contar com recursos externos, principalmente federais”, disse.

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