Execução de obras ou serviços pela metade

Criado em 1966, o SEMAE – Serviço Municipal de Águas e Esgotos tem papel vital no desenvolvimento de Mogi das Cruzes.

A autarquia, que emprega atualmente 200 funcionários, trata cerca de 650 litros por segundo de água, e adquire outros 500 litros por segundo da Sabesp.

Goes - Grupo de Operações Especiais

Recentemente, o SEMAE criou uma nova divisão, denominada Goes (Grupo de Operações Especiais), que tem o objetivo de combater vazamentos nas ruas da cidade.

A expectativa da autarquia é diminuir em 10% o desperdício de água em Mogi das Cruzes nos próximos três anos.

A iniciativa é louvável, mas o SEMAE e a Prefeitura Municipal precisam acertar um aspecto fundamental nesse serviço: sua execução por completo.

O Goes é realmente veloz para identificar e reparar os vazamentos, mas a restauração do asfalto demora demais.

Posso citar dois exemplos que vejo diariamente em meu trajeto: na Rua João Fernandes Moraes, na Vila Cléo e no cruzamento da Rua Hidelbrando Alves Paranhos com a Rua José Marques, na Vila Cintra.

No primeiro, o SEMAE fez o reparo do vazamento no dia 28 de dezembro, e no segundo no dia 20 de janeiro. Em ambos, os buracos feitos no asfalto ainda permanecem do mesmo jeito.

Quase dois meses para reparar o asfalto me parece um pouco exagerado.

Os ‘serviços pela metade’ não são exclusividade do SEMAE. A Stralu (Sistema Transparente de Limpeza Urbana), responsável pela limpeza pública de Mogi também padece desse problema.

No exemplo abaixo, a capinação de um trecho da Rua Hidelbrando Alves Paranhos também parou na metade, e já faz mais de uma semana.

Capinação em rua que começou, mas não terminou.

Esses são pequenos detalhes que fazem diferença para que Mogi se torne realmente Mais Viva.

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